Maria Aparecida Mendes (1961)

Cida Pescadora, the first registered fisherwoman in Brazil

Born in Alagoas (Brazil) in 1961, Maria Aparecida Mendes started fishing when she was seven years old and later became the first registered fisherwoman in Brazil. Also known as Cida Fisherwoman, she has been fighting for the rights of her fellow fisherwoman and offering training on fish processing, manufacturing of byproducts, and waste recycling.

In Brazil, 45% of the almost one million artisanal fisherpeople are women. Besides that, 90% of the fishermen helpers are women. In 1980, women got granted the right to the official fisherperson registration, but even after this milestone, the sector still follows sexist standards and hinders women’s entry in the market, their career opportunities, and the chances to get officially registered… invisibilize them.

The fights of rural and sea women are real and hard and need our continuous support. They are pillars of their community’s economy, being essential for the maintenance of traditional cultures, their families, and the preservation of natural resources. They are also invaluable in the productive chain that brings food to the tables in Brazil and around the world.

You can learn more about Cida by watching some of the interviews on TVE Bahia and on the Museu da Pessoa (People’s Museum) page.

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(Tradução completa para o Português disponível após as fotos)

Nascida em Alagoas em 1961, Maria Aparecida Mendes começou a pescar aos sete anos de idade e tornou-se a primeira mulher a conquistar a carteira de pescadora artesanal no país. Conhecida como Cida Pescadora, luta pelos direitos das mulheres pescadoras, e dá cursos sobre beneficiamento do pescado, agregação de valor, confecções de produtos e reciclagem de resíduos.

No Brasil, dos quase um milhão de pescadores artesanais, 45% são mulheres. Além disso, 90% dos ajudantes dos pescadores também são mulheres. Só em 1980 as mulheres passaram a ter o direito ao registro de pesca no país e, mesmo com tal avanço, o trabalho no setor continua seguindo a lógica sexista que dificulta a entrada, permanência e formalização das mulheres no segmento, e as invisibiliza.

A luta das mulheres do campo e do mar é real e precisa do nosso apoio contínuo! Elas são pilares da economia de suas comunidades, tendo um papel vital na manutenção da cultura tradicional, na sobrevivência de suas famílias e preservação da natureza, além de serem indispensáveis na cadeia produtiva que traz comida às mesas do Brasil e do mundo!

Para saber mais sobre a Cida, recomendamos a entrevista que concedeu ao canal TVE Bahia e ao Museu da Pessoa.

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